quarta-feira, 7 de março de 2012

Os Inoxidáveis estreiam a comédia Confidencial

Os Inoxidáveis na comédia Confidencial
                                        


O grupo “OS INOXIDÁVEIS” tem suas raízes em um antigo e famoso show de humor das noites goianienses: o DEBOSHOW.

Com a mesma proposta de humor em formato de quadros, os antigos integrantes da trupe de Julio Vilela, Juliana Hernandes, Gleik Lino e Marcelo di Castro, uniram-se a Neto Mahnic e fundaram, em maio de 2008, Os Inoxidáveis.

Inicialmente em cartaz no antigo Bar e Restaurante Chopp 10, o espetáculo resgatou o público ávido por humor e conquistou novas plateias, conseguindo ficar três meses ininterruptos em cartaz em uma mesma casa. O público cresceu, assim como as necessidades de ir além do grupo em sua proposta inicial; novos integrantes vieram e o primeiro espetáculo temático do grupo nasceu: “Os Inoxidáveis em TELEVISÃO.” Parodiando personalidades da TV e programas de auditório o grupo ficou quase um ano em cartaz com este espetáculo, se apresentando em casas como o Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, Centro Cultural Martim Cererê, Teatro do SESI e no Festival de Teatro de Porangatu.
Em 2011, o grupo estreou o espetáculo, intitulado “Inoxidáveis no Mundo das Crianças”, sob a direção de Marcos Dávila com os seguintes integrantes: Aline Freire, Gleik Lino, Juliana Hernandes, Marcelo di Castro, Neto Mahnic, Victor Baliane e Marcelo di Castro. Seguindo com a proposta de satirizar situações cotidianas, agora sob o foco do olhar infantil, o grupo dá continuidade à sua trajetória de muito humor e nenhuma oxidação!
Agora, o grupo estreia seu terceiro espetáculo: “CONFIDENCIAL”, com estreia marcada para dia 11 de março 2012 ás 20h no Teatro SESI, onde o grupo terá mais uma vez o privilégio de encontrar o seu público, ávido por Humor de qualidade e compromisso.

SOBRE O ESPETÁCULO “CONFIDENCIAL”

O que você faz quando ninguém está vendo?
A resposta dessa pergunta certamente deve render inúmeras situações hilárias e foi esse mote que instigou o grupo Os Inoxidáveis a fazer seu mais novo espetáculo de comédia.

Já no seu quarto ano de sucesso, a trupe goiana resolveu extrair humor da intimidade alheia, do que provoca o riso por vezes repreendido, mas que resulta em deleite, especialmente naqueles que não estão envolvidos na trapalhada. 

Batizado de “Confidencial”, o espetáculo explora desastres cômicos da vida cotidiana que todos, em algum momento já passaram, mas que não contam para ninguém. Dentre essas, vale destacar a impertinência de uma garçonete que dá conselhos alimentares nada discretos a seus clientes, um caipira que se assusta com as excentricidades da cidade grande, um casal de bêbados que expõe sua intimidade à níveis catastróficos e uma beata que adora falar da vida alheia.
O espetáculo conta com a direção de Marcos Dávila e produção de Fernanda Fernandes.

SERVIÇO
Os Inoxidáveis
Espetáculo: “Confidencial”
Dia 11 de março de 2012 (Domingo)
Horário: 20h
Teatro SESI
Ingressos
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
CONTATO PARA ENTERVISTAS
Produção: Fernanda Fernandes
(62)7812-6842 ID: 85*59838

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Teatro Sesi vai homenagear as mulheres no seu dia

Rúbia Santos e Anne Guzzo

 Recital da pianista brasileira Rúbia Santos e da clarinetista norte americana Anne Marie Guzzo, ambas professoras da Universidade de Wyoming (EUA), será realizado no dia 6 de março no Teatro Sesi, às 20 horas, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Antes da apresentação, 113 musicistas goianas vão receber placa de prata ofertada pelo Sesi - Serviço Social da Indústria pela sua contribuição à divulgação dos compositores brasileiros e a formação de jovens músicos.

Para o programa, Rúbia Santos e Anne Marie Guzzo selecionaram músicas de musicistas consagradas como Chiquinha Gonzaga, Lina Pires de Campos, Leonna Kirchoff, Anne Guzzo e outras.

Na noite especial, serão homenageadas a superintendente da Orquestra Sinfônica de Goiânia Tânia Cruz, a ex-diretora da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (Emac/UFG) e coordenadora do Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena, Glacy Antunes, a professora Lilian Meire Carneiro de Mendonça, do Lilian Centro de Música e as professoras da Emac/UFG Ana Flávia Frazão, Maria Lúcia Roriz, Consuelo Quireze, Gyovana Carneiro, Ivana Carneiro e Denise Zorzetti.

As professoras aposentadas Maria Lucy Veiga, Heloisa Barra, Dalva Maria Pires Machado Bragança e Marília Labossíere Barreto também serão homenageadas pela grande contribuição à música em Goiás.

Lições de Motim encerra programação de fevereiro da Terça no Teatro

Considerada a melhor peça de 2011, Lições de Motim retorna ao Teatro Sesi no projeto Terça no Teatro (28/02) , às 20 horas, encerrando a programação de fevereiro. Escrita por Hugo Zorzetti, o espetáculo narra a história de uma velha senhora que é roubada, durante 10 anos, pelo mesmo ladrão. O larápio, vivido pelo ator Liomar Veloso, não se acanha em levar até os pratos e talheres da idosa, interpretada pela atriz Renata Caetano.

Lições de Motim
 Um dia, por ironia do destino, enquanto tentava entrar na casa dela mais uma vez, ele acaba ficando entalhado na grade da janela da casa da velhinha. Se debate para sair, grita por socorro, pede até que ela chame a polícia para tirá-lo dali. Mas, irredutível, a velha senhora não atende aos seus apelos, pois vê na situação a oportunidade de vingar-se do ladrão.
 
Entrada franca

Sucessos na Terça no Teatro

Reinaldo Reis e Débora di Sá

Em parceria com a TV Anhanguera, o Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira tem realizado o projeto Terça no Teatro, que visa a formação de plateia, com uma programação de alto nível. Em janeiro, o cantor e compositor Juraíldes da Cruz, o violonista húngaro Sándor Mester e o pianista Allan Grando, de São Paulo, levaram um grande público ao teatro.



Sándor Mester

O violonista de Anápolis, Reinaldo Reis e a cantora Débora di Sá abriram o programa de fevereiro, que prossegue com o grupo de choro Descendo a Madeira  e termina com a peça Lições de Motim, da Anthropos Cia. de Arte.

A Terça no Teatro tem entrada franca.
Allan Grando
Fotos: Josemar Callefi

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Música e teatro reabrem programação do Teatro Sesi em 2012

Juraíldes da Cruz
Sándor Mester
Após encerrar a temporada 2011 com o elogiado Concerto de Natal, do Coro e Orquestra Sinfônica de Goiânia, sob a regência do maestro Joaquim Jayme, o Teatro Sesi entra em recesso. No dia 17 de janeiro, às 20 horas, a programação será retomada com show do cantor Juraíldes da Cruz, um dos grandes nomes da música de Goiás, dentro do projeto Terça no Teatro. Juraíldes ganhou dezenas de prêmios em festivais com suas próprias composições como Nóis é Jeca Mais É Joia, Quem Ama Perdoa, Dodói, Se Correr o Bicho Pega, Araguaia e muitas outras.   


O programa terá continuidade com os recitais do violonista húngaro Sándor Mester, em turnê no Brasil, no dia 24 de janeiro, e do jovem pianista Allan Grando, de São Paulo, no dia 31 de janeiro, às 20 horas. Músicas clássicas de autores consagrados compõem o programa dos dois artistas.  A entrada franca será franca.

Lições de Motim
 A programação de fevereiro também já está definida. Diversificado, o programa apresenta música e teatro. No dia 7 de fevereiro, o violonista Reinaldo Reis, de Anápolis, faz recital às 20 horas, com participação especial da cantora, atriz e acrobata Débora di Sá. Músicas do CD Estrada de Corda vai compor o repertório. No dia 14 de fevereiro, será a vez do grupo de chorinho Descendo a Madeira ocupar o palco do teatro para interpretar grandes sucessos do gênero.



Considerado o melhor espetáculo de 2011, Lições de Motim, da Cia. Anthropos Cia. de Arte, de Constantino Isidoro, retorna ao Teatro Sesi para uma apresentação no dia 28 de fevereiro, às 20 horas. Escrita por Hugo Zorzetti, a peça narra a história de uma velha senhora que é roubada pelo mesmo ladrão durante 10 anos. Sem acreditar mais na justiça, ela quer fazer justiça com as próprias mãos.   

Teatro Sesi mobiliza cultura goiana



Com apenas um ano de funcionamento,  o Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira movimentou a cena cultural em Goiânia em 2011, apresentando uma programação diversificada, contínua e de alto nível, com nomes de destaque da música e do teatro. De fevereiro a dezembro, 106 espetáculos estiveram em cartaz, com enorme movimentação de público de todos os níveis sociais.
 Muitos atores e grupos de teatro e dança de Goiânia tiveram o privilégio de estrear suas produções no palco do Teatro Sesi, entre eles  a Anthropos Cia. de Arte (Lições de Motim), Cia. Teatral Martim Cererê (Puro Ouro Brasileiro e A Realidade É Doida Varrida), Quasar Jovem (Pomar e Por Si Mesmo), Ser Tão Grande (Grupo Arte & Fatos),  Cláudia Vieira (Lado B, Lado Blue), Chico Aafa (Sertana Cantares), Maria Eugênia, Pádua, grupo Com a Corda Toda e muitas outras.
O Teatro Sesi abrigou  também a Mostra de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto e o próprio Grupo Galpão, de Belo Horizonte, considerado um dos melhores do País, que apresentou em dezembro a peça Tio Vânia, além de espetáculos do Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena (Raça Cia. de Dança e É Com Esse Que Eu Vou).  Cantores consagrados como  Zeca Baleiro,  Toni Garrido, Wagner Tiso, Francis Hime, Cia. dos Pés, Cida Mendes, os pianistas Ricardo Castro, Paulo Brasil e Eudóxia de Barros, Lúcia Veríssimo e Cláudio Lins, Marcus Biancardini, Cia. de Balé Sesi Minas, Prêmio Marcantonio Vilaça e muitos outros fizeram parte da extensa programação anual.
Parceira de primeira hora do Teatro Sesi, a Orquestra Sinfônica de Goiânia, sob a regência do maestro Joaquim Jaime, apresentou 11 concertos com programas diferentes, levando enormes plateias ao espaço. O sucesso das concorridas apresentações da Orquestra culminou com o Concerto de Natal. Músicas natalinas tradicionais ganharam arranjos criativos e originais do regente Paulo Rowlands, do Coro Sinfônico de Goiânia.                 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Violeiro Roberto Corrêa no Teatro Sesi



"A música é o tipo de arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo".
                                             (Oscar Wilde)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Talentos da indústria premiados no Fest Sesi de Música

Alex Terra
          O cantor sertanejo Alex Terra ( Goiânia) e a cantora Lorena Borges (Trindade), foram os dois vencedores do Festival Sesi de Música, realizado domingo à noite, no Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira. Colaborador  da Gráfica Nanai e cantor de casas noturnas da capital, Alessandro Rezende, conhecido como Alex Terra, que faz dupla com Adriano, conquistou a primeira colocação na categoria Composição Inédita, com a música O Caboclo e a Viola, uma moda de viola muito aplaudida pelo público. A animação da noite de premiação foi comandada pela Banda Scalla.


Lorena Borges
 
Colaboradora da empresa Refrescos Bandeirantes Indústria e Comércio, de Trindade, Lorena Borges sagrou-se campeã na categoria Interpretação com a música Samba e Tango, de Caetano Veloso. Muito à vontade no palco, a cantora estreante no palco do teatro, arrebatou a plateia ficando entre as favoritas.  
Também receberam premiação os segundos e terceiros lugares nas modalidades  Composição Inédita e Interpretação.  Vencedor da edição de 2010, Carlos Henrique Muniz Borges (Caíque Borges), da Eletrobrás Furnas (Itumbiara) ficou com a segunda colocação na categoria Composição com a música  Cerrado. Colaborador da empresa Mineração Anglo American, de Catalão, Leandro F. de Castro, conquistou o terceiro lugar com Tá Difícil Sem Você.
No quesito Interpretação, as duas  outros vencedores foram Vânia Josefa dos Santos, funcionária das Indústrias Mabel, de Aparecida de Goiânia, que interpretou a música Diamante e Cleidiane Rodrigues de Oliveira, da Real Food Alimentos Ltda, de Goiânia, intérprete de Como Nossos Pais. A cantora revelação do Fest Sesi de Música 2011 foi Bianca Cardoso da Silva, funcionária da Sama Minerações S/A, de Minaçu.   
 Vinte candidatos de Goiânia, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Alto Horizonte, Anápolis, Itumbiara, Minaçu, Catalão, Goiatuba e Trindade. Os três primeiros colocados em cada categoria ganharam um troféu e prêmios em dinheiro: R$ 3 mil (primeiro), R$ 2 mil (segundo) e  R$ 1 (terceiro).
O júri de premiação, presidido pelo escritor, compositor e folclorista Bariani Ortencio, foi formado pelo musicista Rony Karlo de Lima, a professora e coordenadora de Cultura da UFG, Flávia Cruvinel, o regente coral Vinícius Guimarães Barbosa e o musicista e arranjador Welerson Cássio Lima Silva. Os 20 candidatos selecionados participaram dos workshops Preparação Corporal e Preparação Vocal, ministrados pelas professoras Patrícia Herrero e Sheila de Paiva, antes da noite de premiação.   
O Festival Sesi de Música é uma realização do Serviço Social da Indústria, com o co-patrocínio da Caixa Econômica Federal.  
Premiados
Composição
1º - O Caboclo e a Viola , Alex Terra (Alessandro Rezende) - Gráfica Nanai / Goiânia
2º - Cerrado, Carlos Henrique Muniz Borges (Caíque Borges) – Eletrobrás Furnas/ Itumbiara
3º - Tá Difícil Sem Você , Leandro F. de Castro, Mineração Anglo American/ Catalão
Interpretação
1º - Lorena Borges, Refrescos Bandeirantes Industria e Comércio (Trindade)
2º - Vânia Josefa dos Santos, Indústrias Mabel (Aparecida de Goiânia)
3º - Cleidiane Rodrigues de Oliveira, Real Food Alimentos Ltda (Goiânia)
Cantora Revelação: Bianca Cardoso da Silva, Sama Minerações S/A (Minaçu)         
 Fotos: Silvio Simões

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Premiados do Concurso Sesi Arte Criatividade 2011


Enquadrados I e II - Ana Cristina




Salvador Pereira e Valdetin Germano, ambos de Goiânia, e Washington Hallis, de Aparecida de Goiânia foram os  três trabalhadores da indústria premiados na categoria Artes Plásticas do Concurso Sesi Arte Criatividade, que chega a sua vigésima edição, com um salto de  qualidade. Nelson D`Almeida, também de Aparecida de Goiânia, ficou a Menção Honrosa do certame que visa descobrir  talentos  e estimular a criação artística dentro das indústrias e na comunidade.  
O anúncio foi feito sexta-feira à noite, durante solenidade realizada no Teatro Sesi,  seguida da abertura do vernissage no Sesi Antônio Ferreira Pacheco, que foi transformado em uma verdadeira galeria de arte. Na noite de premiação, que teve recital do pianista clássico Vagner Rosafa, acompanhado da cantora Alba Franco, o escritor e folclorista Bariani Ortencio recebeu homenagem pela sua orientação e contribuição à consolidação do projeto, que premia os novos valores das Artes Plásticas e da Literatura de Goiás.
Burro feito de Cabaça  - Natálie Alves
Entre os novos valores da comunidade, os vencedores na  categoria Artes Plásticas – Pintura   foram Diogo Miranda,  Luciana Moraes e Itamar Rodrigues. Pedro Archanjo conquistou a Menção Honrosa. Na modalidade Escultura, os ganhadores foram Helder França, Ana Cristina Elias e Natálie Alves. Agostinho  Wilton arrebatou a Menção Honrosa . Paul Setúbal, Monique de Jesus Coelho Santos (Rava), Heloísa da Silva (Helô Sanvoy), todos  de Aparecida de Goiânia, conquistaram os três primeiros lugares na modalidade Desenho. Sidney Alves (Salvess) ficou com  a Menção Honrosa da comissão julgadora.
Este ano, 234 artistas se inscreveram  no Concurso Sesi Arte Criatividade. Desse total, 203 fizeram inscrição para Artes Plásticas (Pintura, Desenho e Escultura) e 108 em Literatura (Conto e Poesia).  Formada pelo curador  Gilmar Camilo e o artista plástico e professor da Escola de Artes Visuais Luiz Mauro, a comissão julgadora foi presidida pelo artista plástico, curador e diretor do Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Divino Sobral.
Literatura
Na modalidade Literatura (Conto), os ganhadores foram os industriários Silvio dos Anjos Ribeiro com  o conto O Acidente, Valdetin Germano com O Morto José e Eliene Castelo Branco Soares, com Reencontro.  Na comunidade,  os vencedores foram  O Mistério do Relógio,  de Silas Cézar Santana dos Santos,  Guerra de Macumbeiros, de Eurípedes da Silva e Cartas Para Inês, de Marcella Cavalcante Brito. Durval Aparecido de Campos conquistou a Menção Honrosa com o conto Um Sujeito da Pá Virada.  Na categoria Poesia, a primeira colocação foi conquistada por Renan Alves Melo com o poema Quisera Entrelinhas Verdes. O segundo e o terceiro lugares foram entregues a Dheyne de Souza Santos, pela poesia A Espessura do Silêncio e o terceiro a Erivaldo da Silva Nery, com A Paisagem da Aurora.  
Os Contos e Poesia premiados foram selecionados pelos escritores Lêda Selma, Júlia Franco, Miguel Jorge e Jackson Emanuel Hora Alves, sob o comando de Bariani Ortencio. Todos os três primeiros colocados nas categorias Artes Plásticas e Literatura  ganharam prêmios em dinheiro e troféus. Os contistas e poetas terão seus textos publicados em obra coletiva em 2012.
Para o curador e presidente do júri de seleção, Divino Sobral, a comissão fez uma seleção pluralista, reunindo trabalhos com diferentes estéticas, suportes, materiais e assuntos. Destacou a linguagem ingênua dos primitivistas retratando seu cotidiano bucólico, a figuração naturalista procurando construir metáforas e chamadas visuais, temáticas ligadas à natureza, a formação de linguagens abstratas  sobre o plano e o aspecto contemporâneo presente no desenho.
Segundo ele, os prêmios foram concedidos aos artistas que se destacaram pela singularidade e pelo amadurecimento de suas obras.  As obras que  ficaram com os primeiros lugares em Pintura, Desenho e Escultura serão agregadas ao acervo do Sesi, formando assim um patrimônio cultural e estético da entidade. 

Cubos Mágicos I e II - Helder França





PREMIADOS ARTE CRIATIVIDADE – EDIÇÃO 2011
Modalidade – Artes Plásticas
Pintura
1º Lugar - Contato - Diogo Augustous Silva de Miranda- Diogo Miranda (Goiânia)
2º Lugar- Sala de Fazenda - Luciana Morais –( Senador Canedo)
3º Lugar- Festa Nossa Senhora do Rosário - Itamar Rodrigues (Catalão )
Menção honrosa - Lobo Disfarçado - Pedro Archanjo (Goiânia)

Escultura
1º Lugar - Cubos Mágicos I e II - Helder França (Goiânia)
2º Lugar - Enquadrados I e II - Ana Cristina Elias (Goiânia)
3º Lugar- Burro Feito de Cabaça- Natálie Alves (Aparecida de Goiânia)
Menção Honrosa -Abajur  Ecológico e Lamparina do Futuro -  Agostinho Wilton - Guto
(Goiânia)

Desenho
1º Lugar- Ausências - Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes - Paul Setúbal
(Aparecida de Goiânia)
2º Lugar - Traço, Traça e Linha - Monique de Jesus Vieira Coelho Santos - Rava
(Aparecida de Goiânia)
3º Lugar – Apropriações - Heloisio da Silva – Helô Sanvoy -  (Aparecida de Goiânia)
Menção honrosa - Unidade – Comum ( Trípico) - Sidney Alves – Salvess (Goiânia)

 Trabalhador da Indústria
1º Lugar - O Circo Chegou - Salvador Pereira ( JL Ind. de Móveis – Goiânia)
2º Lugar - Preparando a Pescaria - Valdetin Germano  (Unilever Brasil – Goiânia)
3º Lugar - Gaga, Cannabis Liberty - Washington Hallis ( D’Amazonia Ind. de Cosméticos
Aparecida de Goiânia)
Menção Honrosa - Fundo do Mar - Nelson D’ Almeida – (Indusplac Placas e Acrílico LTDA
Aparecida de Goiânia)

Modalidade – Literatura
Conto – Comunidade
1º lugar – O Mistério do Relógio – Silas Cézar Santana dos Santos
2º lugar – Guerra dos Macumbeiros – Eurípedes da Silva
3º lugar – Cartas Para Inês – Marcella Cavalcante Brito
Menção Honrosa – Um Sujeito da Pá Virada – Durval Aparecido de Campos

Poesia – Comunidade
1º lugar – Quisera Entrelinhas Verdes – Renan Alves de Melo
2º lugar – A Espessura do Silêncio – Dheyne de Souza Santos
3º lugar – A Paisagem da Aurora – Erivaldo da Silva Nery

Trabalhador da Indústria – Conto
1º lugar - O Acidente – Sílvio dos Anjos Ribeiro (Empresa Brasileiras de  Correios e Telégrafos)
2º lugar – O Morto José – Valdetin Germano – Empresa Cargill S/A
3º lugar – Reencontro – Eliene Castelo Branco Soares – Cel Engenharia

Trabalhador da Indústria – Poesia



1º lugar – Meu Canto – Sinval Alves Ferreira (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)  
2º lugar – O Dia Que Recomeça – Carlos Antônio Pires – (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)
3º lugar – Nostalgia da Madrugada – Salomão de Paiva F. da Silva – (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)  

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Recital de Ricardo Castro abre a pauta pianística no Teatro Sesi

Ganhador do 7º  Prêmio Bravo ! De Personalidade do Ano pela criação e coordenação do projeto Neojibá – Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, Ricardo Castro abriu no dia 8 de outubro a pauta pianística do Teatro Sesi. Para novembro, três grandes apresentações já estão agendadas:  dia 5, será a vez do renomado pianista,  compositor,  maestro e arranjador Wagner Tiso. Também consagrado pianista, compositor e arranjado Francis Hime apresenta-se no dia 11 e Paulo Brasil & Orquestra Sinfônica de Goiânia, no dia 15.
Professor de Música de um exclusivo grupo de jovens pianistas profissionais na Haute École de Musique de Lausanne, Suíça, Ricardo  buscou inspiração no famoso  El Sistema da Venezuela, para implantar na Bahia, sua terra natal, o projeto que tem sido referência para diversos talentos jovens.
Para o seu primeiro recital em Goiânia, ele selecionou composições de Mozart,  Beethoven e Chopin. Antes de tocar a Sonata em Lá Maior KV 331, de Mozart, a Sonata Op.27 nº 2 “Quase Uma Fantasia”, de  Beethoven e as Balladas nº 1 e nº 4, e os Noturnos de Chopin, o pianista falou sobre cada compositor e sua criação.   Com técnica impecável, muita simpatia e  virtuosidade, o artista emocionou a plateia, abrindo as cortinas do Teatro Sesi para as temporadas de recitais e concertos.    

Teatro Sesi ganha piano Steinway de cauda inteira

O belíssimo piano Steinway, cauda inteira,  modelo D norte-americano adquirido pelo Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira já se encontra devidamente instalado no palco. Considerados os melhores do mundo, os pianos da marca criada em 1853, em Nova York, são  os preferidos de grandes concertistas como Miguel Proença, Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima e muitos outros renomados pianistas.
 Construído de forma artesanal, cada peça leva um ano para ficar pronta.  Com o instrumento, o Teatro Sesi  equipara-se às mais requisitadas salas de concertos do País, podendo receber nomes importantes da música erudita e popular do Brasil e do exterior.  

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A REALIDADE É DOIDA VARRIDA

 "A arte, quando é boa, é sempre entretenimento "  (Berthold Brecht)
                   
A REALIDADE É DOIDA VARRIDA é uma belíssimo ritual teatral conduzido e interpretado por Marcos Fayad sobre a obra do poeta, ator, escritor, dramaturgo, ensaísta e encenador francês  Antonin Artaud (1896-1948)
Será encenado no anexo do Teatro SESI que ganhou cenografia especial do diretor Marcos Fayad. Apenas 30 privilegiados espectadores por noite assistirão ao ritual e eles poderão, para sentirem-se seguros, reservar seus ingressos pelo telefone: 32690808/ 84626700 e 3269-0800.
Antonin Artaud não precisa de grandes apresentações. Não há no mundo da literatura, do teatro, da filosofia, quem não o conheça pelos seus controvertidos e admirados trabalhos, pelo seu modo peculiar de ser, de se comportar, de ver o mundo a seu redor.
Sobre a sua genialidade, é já grande a obra escrita, apesar de não ser muito fácil encontrar bibliografia traduzida para o português.
Interpretar Antonin Artaud é privilegiar personagens com alta carga dramática, prevista no teatro da crueldade, fora das convenções realistas ou das comédias chamadas ligeiras.
O Teatro da Crueldade de Artaud é um lugar onde não haveria nenhuma distância entre ator e platéia todos seriam atores e todos fariam parte do processo, ao mesmo tempo.
Por isso, o teatro da crueldade é um ritual, valorizando o gestual e o objeto, trocando o lugar de palco e platéia.
A questão que se coloca é de permitir que o teatro reencontre sua verdadeira linguagem espacial, linguagem de gestos, de atitudes, de expressões e de mímica. Linguagem de gritos e onomatopéias, linguagem sonora, onde todos os elementos objetivos se transformam em sinais, sejam visuais, sejam sonoros, mas que terão tanta importância intelectual e de significados sensíveis quanto a linguagem das palavras.
O Teatro da Crueldade é sobretudo a decisão implacável e irreversível de transformar o homem em um ser lúcido. É dessa lucidez que nasce o novo Teatro. Todo nascimento implica também uma morte. Para dar início ao Teatro da Crueldade será necessário, portanto, cometer um assassinato – o assassinato do velho homem, dissimulado, falso, camuflado, controlado, individualista, solitário.
Este ritual foi roteirizado pelos atores Rubens Corrêa e o diretor Ivan de Albuquerque, ambos cariocas e ambos já falecidos. Ivan dirigiu Rubens Corrêa que encenou Artaud dentro do porão do Teatro Ipanema durante sete longos anos e durante todos esses anos o espetáculo permaneceu lotado e virou um clássico na interpretação sagrada de Rubens Corrêa.
Foi o próprio Rubens que ofereceu o texto ao ator e diretor Marcos Fayad para que o interpretasse quando se sentisse maduro e mais seguro – para o ator este é o momento.
Marcos Fayad quis escapar da ditadura da arte linear e realista que se oferece ao público brasileiro através do teatro de comediazinhas ligeiras ou das telenovelas. Seguiu à risca o que propôs Antonin Artaud não apenas colocando no mesmo plano platéia e ator como também cuidando para que sua interpretação fosse oferecida às pessoas que desejam ver no teatro algo além do realismo simplório de histórias lineares com princípio, meio e fim. O ritual não possui distanciamentos e o ator interpreta olhos-nos-olhos com o público presente à sua frente.
Artaud ensinava: -O público só acredita no sonho no Teatro se o aceitar realmente como sonho e não como cópia idiota da realidade. Porque o Teatro nunca é cópia nem realidade, mas sempre sonho.”
Este é o tom do novo trabalho do ator e diretor Marcos Fayad.
Ele tem noção absoluta de que não é um espetáculo para ser visto apenas como espetáculo, da mesma forma que só encarando tudo o que vai se passar dentro do espaço da capela como sonho onde ele encontrará o público, será possível se embebedar com as palavras do louco mais lúcido do século XX Antonin Artaud.

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A REALIDADE É UMA DOIDA VARRIDA
           do ator/poeta/dramaturgo francês Antonin Artaud
               Ritual celebrado e conduzido por Marcos Fayad

Colagem de textos de:
Rubens Corrêa e Ivan de Albuquerque
Sobre:
o ator/poeta/dramaturgo francês Antonin Artaud

Interpretação/Cenografia/Músicas/Figurinos/Direção :_Marcos Fayad

Iluminação: _________________________________Alexandre Greco
Programação Visual__________________________Josemar Callefi
Produção____________________________________Cia.Teatral Martim Cererê
Sonoplatia___________________________________Tião Sodré
Assessoria de Imprensa______________________Valbene Bezerra
Montagem de cenografia______________________Enoch Moya
Apoio Cultural SESI / IPHAN

Agradecimentos: Salma Saddi / Vanderlan Cardoso/ Teco Faleiro / Kid Neto / Rinaldo Barra (Studio Barra) /Guto Della Fávera / Tião Sodré / Adib Elias/ Carlos Gouveia/ Valdeluce Teixeira / Cristina Evangelista

SERVIÇO:
Anexo do Teatro SESI (Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva. Telefone: 3269-0800(
Horário:  Rigorosamente às 21h
Preços: R$40 (inteira) e  R$20 (meia)
Apenas 30 espectadores por espetáculo
Reservas podem ser feitas pelos telefone: 84626700/ 3269-0808/3269-0800






sexta-feira, 22 de julho de 2011

Programação eclética

Kahina
O infantil Irmão Urso, da Cia. de Teatro Carlos Moreira, encerra a programação de julho do Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira. Durante o mês de férias, o espaço ofereceu espetáculos de música, dança e teatro, algumas delas com entrada franca.  De 25 de julho a 5 de agosto, o teatro estará de portas fechadas para os espetáculos. O retorno está previsto para o dia 6 de agosto com show da cantora Sabah Moraes e banda.
A abertura do programa de julho ficou por conta da professora Natália Barreto e suas alunas de dança do ventre, que promoveram o Wardah Festival 2011 – Danças Árabes. Diversos grupos e duas convidadas experts de São Paulo  – Kahina e Elis Pinheiro  – exibiram no palco do teatro suas criativas coreografias, com um ousado e rico figurino inspirado nas odaliscas.  
Cabaré das Donzelas Inocentes
Mas, foi o Cabaré das Donzelas Inocentes que levou grande número de espectadores ao centro cultural. Foram quatro sessões do espetáculo escrito pelo jornalista Sérgio Maggio. Dirigidas pelos atores William Ferreira e Murilo Grossi, o Cabaré conta a história de quatro cafetinas de um bordel barra pesada que vão perdendo a clientela pouco a pouco. Inspirado em fatos reais, a peça estreou em Brasília e viajou em turnê por mais quatro cidades obtendo grande repercussão. Prêmio Jabuti com o livro reportagem Conversas de Cafetinas, do qual foram extraídas as histórias, conduziu o debate sobre prostituição após uma das sessões da peça.
Romeu e Julieta
Romeu e Julieta, clássico de William Shakespeare, ganhou leitura popular do diretor Samuel Baldani, que a apresentou no dia 10 de julho no Teatro Sesi. Jovens atores do projeto Arte Educação da Fundação Jaime Câmara vivem os personagens imortalizados na obra do bardo inglês. Baldani inspirou-se na cultura popular para elaborar o texto, o figurino, o cenário e os adereços, tornando a produção acessível a todos os públicos.

Tango e chorinho

Harmonitango
Considerado o maior nome do tango argentino no século 20, o compositor Astor Piazzolla ganhou homenagem especial pelos seus 90 anos do trio Harmonitango. Formado por José Stanek (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano), o trio  interpreta composições consagradas do compositor como Libertango, Meditango, Le Grand Tango e outras. Stanek troca o tradicional bandoneon pela harmônica, conseguindo dar ao repertório a originalidade dos acordes do tango.
 História de um menino que sonha em conhecer o coração de sua cidade é o ponto de partida do infantil Viagem ao  Coração da Cidade, que a Anthorpos Cia. de Arte apresentou no dia 17 de julho. O espetáculo mescla interpretação com música ao vivo e interação para conquistar a plateia. A trupe do diretor Constantino Isidoro retorna ao palco  no  28 de agosto, às 17 horas, para mais uma sessão.
A Terça no Teatro foi de chorinho no dia 19 de julho. Os chorões do quinteto Descendo a Madeira tocaram clássicos de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Waldir Azevedo, e outros compositores do gênero com muita afinação e profissionalismo.  Foram aplaudidos de pé.   




   

terça-feira, 12 de julho de 2011

Junho no Teatro Sesi

Contação de história
Priscila Camargo

Nos anos 1980/1990, houve uma febre de contação de história como forma de incentivar e estimular a leitura nas escolas. Os professores lançaram mão da nova ferramenta pedagógica e utilizaram o recurso para valer. Surgiram muitos grupos de contação de histórias, e alguns ainda se mantêm.
A atriz Priscila Camargo encontrou na contação de história uma excelente forma de mostrar o seu trabalho. Com talento e criatividade, a atriz paulista, radicada no Rio de Janeiro, tem lotado as salas de teatro com espetáculos interessantes como Histórias da Mãe África e Contos da Terra dos Mil Povos, que apresentou no Teatro Sesi.
Desta vez, Priscila contemplou as etnias formadoras do povo brasileiro para contar suas histórias. Extraiu lendas tradicionais dos índios, dos negros e dos portugueses para contar. Ótima narradora, a atriz ilustra as histórias com um cenário original recheado de objetos cênicos, muitas alegorias relacionadas a cada povo, um figurino colorido inspirado na cultura popular e uma iluminação  inspirada.  
A música  tocada ao vivo pontua todo o espetáculo, dando o clima de mistério, de surpresa, alegria e tristeza da história. O resultado de tudo isso é um espetáculo envolvente,  bem distante do didatismo da sala de aula.       
 
         
Cia. Teatral Martim Cererê
Puro Ouro Brasileiro
Um dos mais antigos grupos de teatro de Goiânia, a Cia.Teatral Martim Cererê estreou Puro Ouro Brasileiro, no Teatro Sesi. O  musical revisita o tradicional cancioneiro caipira.  Sob a direção de Marcos Fayad, a companhia abriu Luar do Sertão, a bela composição de Catulo da Paixão Cearense,  fora do palco, como a resgatar as antigas serenatas. Expert na viola Ney Couteiro acompanhou o grupo junto com Henrique Dias, no acordeon, e ainda assinou a direção musical. 
Depois de ocupar o palco, os atores Alba Franco, Débora di Sá, Gerda Arianna, Newton Murce, Tião Sodré e o próprio Marcos Fayad cantaram em solos, duos  trios e em grupo canções marcantes como  Siriema (Mário Zan/Nhô Pai), Cabecinha no Ombro (Paulo Borges), Assum Preto (Luiz Gonzaga), Moreninha ( Autor anônimo), Casinha Branca (Elpídio dos Santos), Disco Voador (Palmeira e Biá), A Moda do Fim do Mundo (Rolando Boldrin/Tom Zé/Svaniek)  e muitas outras que emocionam pela beleza e originalidade. 
Os repentes O Pudê Que a Bunda Tem, da dupla Castanha e Caju e Improvisos, de Lindalva e Terezinha, Nordeste Independente (Bráulio Tavares/Ivanildo Vilanova) acentuaram o clima de leveza e irreverência do espetáculo.         
Produzida artesanalmente, a montagem  recria o universo sertanejo por meio da música, e retrata  de forma poética a  simplicidade do homem do campo.  Capins naturais, algodão no figurino, chapéus e uma iluminação primorosa de Alexandre Greco completam o cenário, que remete ao quintal da fazenda.
Mvsika! Centro de Estudos
Junho foi um mês movimentado no Teatro Sesi. Com uma grade de programação recheada de espetáculos de teatro, dança e música, o espaço funcionou praticamente todos os dias, recebendo centenas de espectadores de todas as idades.
A Mostra Sesi de Dança foi retomada com a participação de 33 academias, escolas e grupos de Goiânia e Anápolis. Foram quatro dias de intensa agitação nos bastidores e na plateia, com a apresentação de coreografias de balé clássico, neoclássico, danças  moderna e contemporânea, flamenco e jazz.
Encerrada a mostra, que terá uma nova edição em 2012, outros grupos de dança ocuparam o palco do teatro. O Balé do Estado apresentou as coreografias Eu Sem Você, Você Sem Ninguém, inspirada nos poemas do chileno Pablo Neruda, seguida de Controversos, criada a partir de músicas de Seu Jorge, João Bosco, Chico Buarque, Ana Carolina e outros nomes consagrados da MPB. Os dois trabalhos levam a assinatura da diretora e coreógrafa Gisela Vaz.
Em turnê pelo País, graças ao Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, do Ministério da Cultura, o Grupo de Experimentação Cênica – Gpoex/Scar   desembarcou no Teatro Sesi com  Vazio das Partes, uma criativa coreografia que  mescla movimentos da dança contemporânea a efeitos audiovisuais. A busca pela perfeição, medos, ansiedades e frustrações são o enfoque principal da produção que propõe um passeio pela grande dimensão do ser humano.  
Coreógrafa competente, Hérika Crossara surpreendeu a platéia com a coreografia Fases e Faces, que aborda a influência da Lua na vida do homem. Hérika investiu nos movimentos de balé clássico, neoclássico, contemporâneo e moderno, imprimindo originalidade à sua encantadora criação. O cenário despojado ganhou belos efeitos de iluminação que remetem às diferentes fases da lua.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mostra Sesi de Dança - Noite de Abertura

Mvsikid´s
Aberta ontem à noite, a Mostra Sesi de Dança levou um grande público ao Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira. Treze grupos participaram da noite de abertura com coreografias variadas de balé de repertório, dança contemporânea, clássico livre, jazz, danças populares, sapateado e samba.
Os jovens bailarinos tiveram a chance de mostrar o seu trabalho em espetáculos de curta duração  muito criativas, assinadas por Jean Dauberval, Amanda Rodrigues e Maria Aparecida Teles Rocha, Luciana Medeiros e Rodrigo Cruz, Rossana Cardoso e Ticiana Stacciarini, Gisela Mendonça, Janaína Romão, Daniel Calvet, Greyson Machado, Hérika Crosara, Joisy Amorim, Cida Veiga, Lia Mendonça e Patrícia M. Rabelo Costa.