segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Talentos da indústria premiados no Fest Sesi de Música

Alex Terra
          O cantor sertanejo Alex Terra ( Goiânia) e a cantora Lorena Borges (Trindade), foram os dois vencedores do Festival Sesi de Música, realizado domingo à noite, no Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira. Colaborador  da Gráfica Nanai e cantor de casas noturnas da capital, Alessandro Rezende, conhecido como Alex Terra, que faz dupla com Adriano, conquistou a primeira colocação na categoria Composição Inédita, com a música O Caboclo e a Viola, uma moda de viola muito aplaudida pelo público. A animação da noite de premiação foi comandada pela Banda Scalla.


Lorena Borges
 
Colaboradora da empresa Refrescos Bandeirantes Indústria e Comércio, de Trindade, Lorena Borges sagrou-se campeã na categoria Interpretação com a música Samba e Tango, de Caetano Veloso. Muito à vontade no palco, a cantora estreante no palco do teatro, arrebatou a plateia ficando entre as favoritas.  
Também receberam premiação os segundos e terceiros lugares nas modalidades  Composição Inédita e Interpretação.  Vencedor da edição de 2010, Carlos Henrique Muniz Borges (Caíque Borges), da Eletrobrás Furnas (Itumbiara) ficou com a segunda colocação na categoria Composição com a música  Cerrado. Colaborador da empresa Mineração Anglo American, de Catalão, Leandro F. de Castro, conquistou o terceiro lugar com Tá Difícil Sem Você.
No quesito Interpretação, as duas  outros vencedores foram Vânia Josefa dos Santos, funcionária das Indústrias Mabel, de Aparecida de Goiânia, que interpretou a música Diamante e Cleidiane Rodrigues de Oliveira, da Real Food Alimentos Ltda, de Goiânia, intérprete de Como Nossos Pais. A cantora revelação do Fest Sesi de Música 2011 foi Bianca Cardoso da Silva, funcionária da Sama Minerações S/A, de Minaçu.   
 Vinte candidatos de Goiânia, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Alto Horizonte, Anápolis, Itumbiara, Minaçu, Catalão, Goiatuba e Trindade. Os três primeiros colocados em cada categoria ganharam um troféu e prêmios em dinheiro: R$ 3 mil (primeiro), R$ 2 mil (segundo) e  R$ 1 (terceiro).
O júri de premiação, presidido pelo escritor, compositor e folclorista Bariani Ortencio, foi formado pelo musicista Rony Karlo de Lima, a professora e coordenadora de Cultura da UFG, Flávia Cruvinel, o regente coral Vinícius Guimarães Barbosa e o musicista e arranjador Welerson Cássio Lima Silva. Os 20 candidatos selecionados participaram dos workshops Preparação Corporal e Preparação Vocal, ministrados pelas professoras Patrícia Herrero e Sheila de Paiva, antes da noite de premiação.   
O Festival Sesi de Música é uma realização do Serviço Social da Indústria, com o co-patrocínio da Caixa Econômica Federal.  
Premiados
Composição
1º - O Caboclo e a Viola , Alex Terra (Alessandro Rezende) - Gráfica Nanai / Goiânia
2º - Cerrado, Carlos Henrique Muniz Borges (Caíque Borges) – Eletrobrás Furnas/ Itumbiara
3º - Tá Difícil Sem Você , Leandro F. de Castro, Mineração Anglo American/ Catalão
Interpretação
1º - Lorena Borges, Refrescos Bandeirantes Industria e Comércio (Trindade)
2º - Vânia Josefa dos Santos, Indústrias Mabel (Aparecida de Goiânia)
3º - Cleidiane Rodrigues de Oliveira, Real Food Alimentos Ltda (Goiânia)
Cantora Revelação: Bianca Cardoso da Silva, Sama Minerações S/A (Minaçu)         
 Fotos: Silvio Simões

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Premiados do Concurso Sesi Arte Criatividade 2011


Enquadrados I e II - Ana Cristina




Salvador Pereira e Valdetin Germano, ambos de Goiânia, e Washington Hallis, de Aparecida de Goiânia foram os  três trabalhadores da indústria premiados na categoria Artes Plásticas do Concurso Sesi Arte Criatividade, que chega a sua vigésima edição, com um salto de  qualidade. Nelson D`Almeida, também de Aparecida de Goiânia, ficou a Menção Honrosa do certame que visa descobrir  talentos  e estimular a criação artística dentro das indústrias e na comunidade.  
O anúncio foi feito sexta-feira à noite, durante solenidade realizada no Teatro Sesi,  seguida da abertura do vernissage no Sesi Antônio Ferreira Pacheco, que foi transformado em uma verdadeira galeria de arte. Na noite de premiação, que teve recital do pianista clássico Vagner Rosafa, acompanhado da cantora Alba Franco, o escritor e folclorista Bariani Ortencio recebeu homenagem pela sua orientação e contribuição à consolidação do projeto, que premia os novos valores das Artes Plásticas e da Literatura de Goiás.
Burro feito de Cabaça  - Natálie Alves
Entre os novos valores da comunidade, os vencedores na  categoria Artes Plásticas – Pintura   foram Diogo Miranda,  Luciana Moraes e Itamar Rodrigues. Pedro Archanjo conquistou a Menção Honrosa. Na modalidade Escultura, os ganhadores foram Helder França, Ana Cristina Elias e Natálie Alves. Agostinho  Wilton arrebatou a Menção Honrosa . Paul Setúbal, Monique de Jesus Coelho Santos (Rava), Heloísa da Silva (Helô Sanvoy), todos  de Aparecida de Goiânia, conquistaram os três primeiros lugares na modalidade Desenho. Sidney Alves (Salvess) ficou com  a Menção Honrosa da comissão julgadora.
Este ano, 234 artistas se inscreveram  no Concurso Sesi Arte Criatividade. Desse total, 203 fizeram inscrição para Artes Plásticas (Pintura, Desenho e Escultura) e 108 em Literatura (Conto e Poesia).  Formada pelo curador  Gilmar Camilo e o artista plástico e professor da Escola de Artes Visuais Luiz Mauro, a comissão julgadora foi presidida pelo artista plástico, curador e diretor do Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Divino Sobral.
Literatura
Na modalidade Literatura (Conto), os ganhadores foram os industriários Silvio dos Anjos Ribeiro com  o conto O Acidente, Valdetin Germano com O Morto José e Eliene Castelo Branco Soares, com Reencontro.  Na comunidade,  os vencedores foram  O Mistério do Relógio,  de Silas Cézar Santana dos Santos,  Guerra de Macumbeiros, de Eurípedes da Silva e Cartas Para Inês, de Marcella Cavalcante Brito. Durval Aparecido de Campos conquistou a Menção Honrosa com o conto Um Sujeito da Pá Virada.  Na categoria Poesia, a primeira colocação foi conquistada por Renan Alves Melo com o poema Quisera Entrelinhas Verdes. O segundo e o terceiro lugares foram entregues a Dheyne de Souza Santos, pela poesia A Espessura do Silêncio e o terceiro a Erivaldo da Silva Nery, com A Paisagem da Aurora.  
Os Contos e Poesia premiados foram selecionados pelos escritores Lêda Selma, Júlia Franco, Miguel Jorge e Jackson Emanuel Hora Alves, sob o comando de Bariani Ortencio. Todos os três primeiros colocados nas categorias Artes Plásticas e Literatura  ganharam prêmios em dinheiro e troféus. Os contistas e poetas terão seus textos publicados em obra coletiva em 2012.
Para o curador e presidente do júri de seleção, Divino Sobral, a comissão fez uma seleção pluralista, reunindo trabalhos com diferentes estéticas, suportes, materiais e assuntos. Destacou a linguagem ingênua dos primitivistas retratando seu cotidiano bucólico, a figuração naturalista procurando construir metáforas e chamadas visuais, temáticas ligadas à natureza, a formação de linguagens abstratas  sobre o plano e o aspecto contemporâneo presente no desenho.
Segundo ele, os prêmios foram concedidos aos artistas que se destacaram pela singularidade e pelo amadurecimento de suas obras.  As obras que  ficaram com os primeiros lugares em Pintura, Desenho e Escultura serão agregadas ao acervo do Sesi, formando assim um patrimônio cultural e estético da entidade. 

Cubos Mágicos I e II - Helder França





PREMIADOS ARTE CRIATIVIDADE – EDIÇÃO 2011
Modalidade – Artes Plásticas
Pintura
1º Lugar - Contato - Diogo Augustous Silva de Miranda- Diogo Miranda (Goiânia)
2º Lugar- Sala de Fazenda - Luciana Morais –( Senador Canedo)
3º Lugar- Festa Nossa Senhora do Rosário - Itamar Rodrigues (Catalão )
Menção honrosa - Lobo Disfarçado - Pedro Archanjo (Goiânia)

Escultura
1º Lugar - Cubos Mágicos I e II - Helder França (Goiânia)
2º Lugar - Enquadrados I e II - Ana Cristina Elias (Goiânia)
3º Lugar- Burro Feito de Cabaça- Natálie Alves (Aparecida de Goiânia)
Menção Honrosa -Abajur  Ecológico e Lamparina do Futuro -  Agostinho Wilton - Guto
(Goiânia)

Desenho
1º Lugar- Ausências - Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes - Paul Setúbal
(Aparecida de Goiânia)
2º Lugar - Traço, Traça e Linha - Monique de Jesus Vieira Coelho Santos - Rava
(Aparecida de Goiânia)
3º Lugar – Apropriações - Heloisio da Silva – Helô Sanvoy -  (Aparecida de Goiânia)
Menção honrosa - Unidade – Comum ( Trípico) - Sidney Alves – Salvess (Goiânia)

 Trabalhador da Indústria
1º Lugar - O Circo Chegou - Salvador Pereira ( JL Ind. de Móveis – Goiânia)
2º Lugar - Preparando a Pescaria - Valdetin Germano  (Unilever Brasil – Goiânia)
3º Lugar - Gaga, Cannabis Liberty - Washington Hallis ( D’Amazonia Ind. de Cosméticos
Aparecida de Goiânia)
Menção Honrosa - Fundo do Mar - Nelson D’ Almeida – (Indusplac Placas e Acrílico LTDA
Aparecida de Goiânia)

Modalidade – Literatura
Conto – Comunidade
1º lugar – O Mistério do Relógio – Silas Cézar Santana dos Santos
2º lugar – Guerra dos Macumbeiros – Eurípedes da Silva
3º lugar – Cartas Para Inês – Marcella Cavalcante Brito
Menção Honrosa – Um Sujeito da Pá Virada – Durval Aparecido de Campos

Poesia – Comunidade
1º lugar – Quisera Entrelinhas Verdes – Renan Alves de Melo
2º lugar – A Espessura do Silêncio – Dheyne de Souza Santos
3º lugar – A Paisagem da Aurora – Erivaldo da Silva Nery

Trabalhador da Indústria – Conto
1º lugar - O Acidente – Sílvio dos Anjos Ribeiro (Empresa Brasileiras de  Correios e Telégrafos)
2º lugar – O Morto José – Valdetin Germano – Empresa Cargill S/A
3º lugar – Reencontro – Eliene Castelo Branco Soares – Cel Engenharia

Trabalhador da Indústria – Poesia



1º lugar – Meu Canto – Sinval Alves Ferreira (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)  
2º lugar – O Dia Que Recomeça – Carlos Antônio Pires – (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)
3º lugar – Nostalgia da Madrugada – Salomão de Paiva F. da Silva – (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)  

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Recital de Ricardo Castro abre a pauta pianística no Teatro Sesi

Ganhador do 7º  Prêmio Bravo ! De Personalidade do Ano pela criação e coordenação do projeto Neojibá – Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, Ricardo Castro abriu no dia 8 de outubro a pauta pianística do Teatro Sesi. Para novembro, três grandes apresentações já estão agendadas:  dia 5, será a vez do renomado pianista,  compositor,  maestro e arranjador Wagner Tiso. Também consagrado pianista, compositor e arranjado Francis Hime apresenta-se no dia 11 e Paulo Brasil & Orquestra Sinfônica de Goiânia, no dia 15.
Professor de Música de um exclusivo grupo de jovens pianistas profissionais na Haute École de Musique de Lausanne, Suíça, Ricardo  buscou inspiração no famoso  El Sistema da Venezuela, para implantar na Bahia, sua terra natal, o projeto que tem sido referência para diversos talentos jovens.
Para o seu primeiro recital em Goiânia, ele selecionou composições de Mozart,  Beethoven e Chopin. Antes de tocar a Sonata em Lá Maior KV 331, de Mozart, a Sonata Op.27 nº 2 “Quase Uma Fantasia”, de  Beethoven e as Balladas nº 1 e nº 4, e os Noturnos de Chopin, o pianista falou sobre cada compositor e sua criação.   Com técnica impecável, muita simpatia e  virtuosidade, o artista emocionou a plateia, abrindo as cortinas do Teatro Sesi para as temporadas de recitais e concertos.    

Teatro Sesi ganha piano Steinway de cauda inteira

O belíssimo piano Steinway, cauda inteira,  modelo D norte-americano adquirido pelo Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira já se encontra devidamente instalado no palco. Considerados os melhores do mundo, os pianos da marca criada em 1853, em Nova York, são  os preferidos de grandes concertistas como Miguel Proença, Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima e muitos outros renomados pianistas.
 Construído de forma artesanal, cada peça leva um ano para ficar pronta.  Com o instrumento, o Teatro Sesi  equipara-se às mais requisitadas salas de concertos do País, podendo receber nomes importantes da música erudita e popular do Brasil e do exterior.  

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A REALIDADE É DOIDA VARRIDA

 "A arte, quando é boa, é sempre entretenimento "  (Berthold Brecht)
                   
A REALIDADE É DOIDA VARRIDA é uma belíssimo ritual teatral conduzido e interpretado por Marcos Fayad sobre a obra do poeta, ator, escritor, dramaturgo, ensaísta e encenador francês  Antonin Artaud (1896-1948)
Será encenado no anexo do Teatro SESI que ganhou cenografia especial do diretor Marcos Fayad. Apenas 30 privilegiados espectadores por noite assistirão ao ritual e eles poderão, para sentirem-se seguros, reservar seus ingressos pelo telefone: 32690808/ 84626700 e 3269-0800.
Antonin Artaud não precisa de grandes apresentações. Não há no mundo da literatura, do teatro, da filosofia, quem não o conheça pelos seus controvertidos e admirados trabalhos, pelo seu modo peculiar de ser, de se comportar, de ver o mundo a seu redor.
Sobre a sua genialidade, é já grande a obra escrita, apesar de não ser muito fácil encontrar bibliografia traduzida para o português.
Interpretar Antonin Artaud é privilegiar personagens com alta carga dramática, prevista no teatro da crueldade, fora das convenções realistas ou das comédias chamadas ligeiras.
O Teatro da Crueldade de Artaud é um lugar onde não haveria nenhuma distância entre ator e platéia todos seriam atores e todos fariam parte do processo, ao mesmo tempo.
Por isso, o teatro da crueldade é um ritual, valorizando o gestual e o objeto, trocando o lugar de palco e platéia.
A questão que se coloca é de permitir que o teatro reencontre sua verdadeira linguagem espacial, linguagem de gestos, de atitudes, de expressões e de mímica. Linguagem de gritos e onomatopéias, linguagem sonora, onde todos os elementos objetivos se transformam em sinais, sejam visuais, sejam sonoros, mas que terão tanta importância intelectual e de significados sensíveis quanto a linguagem das palavras.
O Teatro da Crueldade é sobretudo a decisão implacável e irreversível de transformar o homem em um ser lúcido. É dessa lucidez que nasce o novo Teatro. Todo nascimento implica também uma morte. Para dar início ao Teatro da Crueldade será necessário, portanto, cometer um assassinato – o assassinato do velho homem, dissimulado, falso, camuflado, controlado, individualista, solitário.
Este ritual foi roteirizado pelos atores Rubens Corrêa e o diretor Ivan de Albuquerque, ambos cariocas e ambos já falecidos. Ivan dirigiu Rubens Corrêa que encenou Artaud dentro do porão do Teatro Ipanema durante sete longos anos e durante todos esses anos o espetáculo permaneceu lotado e virou um clássico na interpretação sagrada de Rubens Corrêa.
Foi o próprio Rubens que ofereceu o texto ao ator e diretor Marcos Fayad para que o interpretasse quando se sentisse maduro e mais seguro – para o ator este é o momento.
Marcos Fayad quis escapar da ditadura da arte linear e realista que se oferece ao público brasileiro através do teatro de comediazinhas ligeiras ou das telenovelas. Seguiu à risca o que propôs Antonin Artaud não apenas colocando no mesmo plano platéia e ator como também cuidando para que sua interpretação fosse oferecida às pessoas que desejam ver no teatro algo além do realismo simplório de histórias lineares com princípio, meio e fim. O ritual não possui distanciamentos e o ator interpreta olhos-nos-olhos com o público presente à sua frente.
Artaud ensinava: -O público só acredita no sonho no Teatro se o aceitar realmente como sonho e não como cópia idiota da realidade. Porque o Teatro nunca é cópia nem realidade, mas sempre sonho.”
Este é o tom do novo trabalho do ator e diretor Marcos Fayad.
Ele tem noção absoluta de que não é um espetáculo para ser visto apenas como espetáculo, da mesma forma que só encarando tudo o que vai se passar dentro do espaço da capela como sonho onde ele encontrará o público, será possível se embebedar com as palavras do louco mais lúcido do século XX Antonin Artaud.

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A REALIDADE É UMA DOIDA VARRIDA
           do ator/poeta/dramaturgo francês Antonin Artaud
               Ritual celebrado e conduzido por Marcos Fayad

Colagem de textos de:
Rubens Corrêa e Ivan de Albuquerque
Sobre:
o ator/poeta/dramaturgo francês Antonin Artaud

Interpretação/Cenografia/Músicas/Figurinos/Direção :_Marcos Fayad

Iluminação: _________________________________Alexandre Greco
Programação Visual__________________________Josemar Callefi
Produção____________________________________Cia.Teatral Martim Cererê
Sonoplatia___________________________________Tião Sodré
Assessoria de Imprensa______________________Valbene Bezerra
Montagem de cenografia______________________Enoch Moya
Apoio Cultural SESI / IPHAN

Agradecimentos: Salma Saddi / Vanderlan Cardoso/ Teco Faleiro / Kid Neto / Rinaldo Barra (Studio Barra) /Guto Della Fávera / Tião Sodré / Adib Elias/ Carlos Gouveia/ Valdeluce Teixeira / Cristina Evangelista

SERVIÇO:
Anexo do Teatro SESI (Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva. Telefone: 3269-0800(
Horário:  Rigorosamente às 21h
Preços: R$40 (inteira) e  R$20 (meia)
Apenas 30 espectadores por espetáculo
Reservas podem ser feitas pelos telefone: 84626700/ 3269-0808/3269-0800






sexta-feira, 22 de julho de 2011

Programação eclética

Kahina
O infantil Irmão Urso, da Cia. de Teatro Carlos Moreira, encerra a programação de julho do Teatro Sesi do Centro Cultural Paulo Afonso Ferreira. Durante o mês de férias, o espaço ofereceu espetáculos de música, dança e teatro, algumas delas com entrada franca.  De 25 de julho a 5 de agosto, o teatro estará de portas fechadas para os espetáculos. O retorno está previsto para o dia 6 de agosto com show da cantora Sabah Moraes e banda.
A abertura do programa de julho ficou por conta da professora Natália Barreto e suas alunas de dança do ventre, que promoveram o Wardah Festival 2011 – Danças Árabes. Diversos grupos e duas convidadas experts de São Paulo  – Kahina e Elis Pinheiro  – exibiram no palco do teatro suas criativas coreografias, com um ousado e rico figurino inspirado nas odaliscas.  
Cabaré das Donzelas Inocentes
Mas, foi o Cabaré das Donzelas Inocentes que levou grande número de espectadores ao centro cultural. Foram quatro sessões do espetáculo escrito pelo jornalista Sérgio Maggio. Dirigidas pelos atores William Ferreira e Murilo Grossi, o Cabaré conta a história de quatro cafetinas de um bordel barra pesada que vão perdendo a clientela pouco a pouco. Inspirado em fatos reais, a peça estreou em Brasília e viajou em turnê por mais quatro cidades obtendo grande repercussão. Prêmio Jabuti com o livro reportagem Conversas de Cafetinas, do qual foram extraídas as histórias, conduziu o debate sobre prostituição após uma das sessões da peça.